lundi, janvier 29, 2007
dimanche, mai 21, 2006
se me pego por um segundo pensando em ti,
me perco em culpas e sonhos que já nao sei...
o que me resta se não o que tive?
considere fechado. aqui não voltarei.
me perco em culpas e sonhos que já nao sei...
o que me resta se não o que tive?
considere fechado. aqui não voltarei.
mercredi, mai 03, 2006
jeudi, avril 27, 2006
lundi, avril 24, 2006
sim. eu já sabia que as pessoas fuçavam umas nas vidas das outras no orkut.
não precisava de um histórico me avisando quais foram os últimos curiosos...
não precisava de um histórico me avisando quais foram os últimos curiosos...
jeudi, avril 20, 2006
ontem, o edward mãos de tesoura pegou ônibus comigo, ele segurava um enorme ovo Mundi azul.
fiquei todo o trajeto pensando o que ele esculpiria com aquele ovo de chocolate, já que em momento algum me passou pela cabeça que ele o comeria...
será que comeria? não né. óbvio que era pra esculpir...
fiquei todo o trajeto pensando o que ele esculpiria com aquele ovo de chocolate, já que em momento algum me passou pela cabeça que ele o comeria...
será que comeria? não né. óbvio que era pra esculpir...
mercredi, avril 19, 2006
só mais um dia...
passos lentos, velosos, faltantes e alternados
subindo morros, subindo andares, subindo menos que as palpitações...
do testamento, algumas coisas já se foram...
os campeonatos viraram jogos solitários e lacrimejantes,
o amor da vida toda já não faz mais parte da vida,
e a xícara de estimação partiu-se em pedaços.
vozes chorosas num apartamento apagado.
sons do vento nas janelas cheias de folga.
no chão, apenas os restos de outrora,
e no coração, a esperança não mais desperta...
subindo morros, subindo andares, subindo menos que as palpitações...
do testamento, algumas coisas já se foram...
os campeonatos viraram jogos solitários e lacrimejantes,
o amor da vida toda já não faz mais parte da vida,
e a xícara de estimação partiu-se em pedaços.
vozes chorosas num apartamento apagado.
sons do vento nas janelas cheias de folga.
no chão, apenas os restos de outrora,
e no coração, a esperança não mais desperta...
